
Microchips são ferramentas valiosas em terapia clínica, diagnóstico de doenças e monitoramento ambiental. Muitos microchips oferecem alta sensibilidade, especificidade, tempos de resposta rápidos e facilidade de uso. Microchips incorporando partículas micro-nanoestruturadas estão prestes a desempenhar um papel crucial em futuros avanços. No entanto, o transporte de fluidos com eficiência energética e controle direcional em microchips continua sendo um desafio significativo em aplicações de diagnóstico. Esta pesquisa propõe o desenvolvimento de microchips supermolháveis e escorregadios baseados em nanomateriais, utilizando nanoestruturas de sílica derivadas de fuligem de vela, padronização hidrofílica assistida por fotolitografia e biofuncionalização com peptídeos RGD. Superfícies superhidrofóbicas infundidas com líquido escorregadio serão criadas usando poliéter perfluorado (PFPE) para alcançar propriedades anti-incrustantes, enriquecimento de analitos e transporte de gotículas sem energia. As regiões hidrofílicas serão funcionalizadas com peptídeos Arg-Gly-Asp (RGD) para fornecer interfaces de captura biologicamente ativas e hemocompatíveis.
I. Layout Geral e Fluxo Narrativo: Empregue um fluxo narrati...