
Em resposta a estímulos patológicos como MPP+, a microglia ativada sofre fosforilação de STAT3 e translocação nuclear, levando à regulação transcricional positiva e à subsequente liberação de mediadores pró-inflamatórios, incluindo TNF-α, IL-1β e IL-6. A sinalização parácrina resultante da exposição de neurônios dopaminérgicos a este meio condicionado derivado da microglia induz disfunção mitocondrial e exacerba o estresse oxidativo através do acúmulo de espécies reativas de oxigênio, reduzindo, em última análise, a sobrevivência neuronal. O tratamento com o inibidor de STAT3 B35t suprime efetivamente a ativação e translocação nuclear de STAT3 na microglia, reduzindo assim a secreção de fatores inflamatórios neurotóxicos. Consequentemente, esta intervenção farmacológica atenua a neurotoxicidade parácrina, preserva a integridade mitocondrial dentro dos neurônios dopaminérgicos e mantém a viabilidade neuronal, estabelecendo o eixo STAT3 da microglia como uma via funcional crítica na neurodegeneração.
Plantas maduras foram obtidas do CIEF, aclimatizadas e, em s...